quarta-feira, 8 de março de 2006

Clube da Alvorada

É isso aí! Mais uma tchurminha do barulho está formada!

Local: Ilha do Cardoso - Via Láctea - Universo Paralelo
Integrantes:
*Ka/Penélope (Eu) – mais um apelido, ai meu Deus!
*Pata/ Patylene – Fundadora desta fantástica instituição!
*Má (Cabeção) – Nopssa cantora maravilhosa!
*Dú/Riscala – chefe de entretenimento
*Doctor Carrot (Cenourinha/ Fábio) – Responsável pela química da galera!
*Juan (Raul/ Juanito Caminador) – Go go boy – bebidinhas de montão!
*Marcos (Poim/Japonês) – se não guenta, bebe leite!
*Net’s/Nathália/Long Net's/Natalita – cata cavaco profissional
*Tati – nossa nutricionista!
*Dani – diretora de Marketing!
Organização: PataTour Eventos e Entretenimento Ltda. - já está sendo ampliada, criando uma sociedade de Capital Aberto denominada: PataTour, Eventos, Entretenimentos e Artesanato S.A. (Sociedade da Alvorada). As ações já estão sendo negociadas na Bolsa.

Galeria muito 10! Vamos “estar sensualizando”, “estar mastigando” Engov, “estar catando cavaco” todos juntos daqui pra frente! E eu vou “estar amando” vocês mais ainda agora!

Aquela ilha é encantada de verdade. No entanto, essa magia é resultado da combinação de toda energia incrível e sem tamanho que emana de todos os seres que lá se encontravam. Tenho certeza que a energia de todo esse pessoal, sem exceção, contribuiu demais, demais, demais pra que aquelas 12 horas de transito, aquele barzinho mixuruca, aquela cervejinha não tão gelada, os mosquitos, a Sra. Valdete (que merece um troféu por sua lerdeza), etc... virassem um feriado mágico!

E vamos continuar na onda das cirandas, dos forrozinhos, dos churrascos, baladas e outros eventos promovidos pelo PataTour!

Agora, só uma musiquinha capaz de nos transportar ao Bar do Sr. Expedito cada vez que escutamos:

Chover (ou Invocação Para Um Dia Líquido)
O sabiá do sertão Quando canta me comove Passa três meses cantando E sem cantar passa nove Porque tem a obrigação De só cantar quando chove. Chover, chover Valei-me Ciço que posso fazer Um terço pesado pra chuva descer Até Maria deixou de moer Banzo Batista bagaço e banguê Chover, chover Cego Aderaldo peleja pra ver Já que meu olho cansou de chover Até Maria deixou de moer Banzo Batista bagaço banguê Meu povo vá simbora Pela Itapemirim Pois mesmo perto do fim Nosso sertão tem melhora O céu tá calado agora Mais vai dar cada trovão De escapulir torrão De paredão de tapera Bombou trovejou a chuva choveu Choveu choveu Lula Calixto virando Mateus O bucho cheio de tudo que deu Choveou Choveu Suor e canseira depois que comeu Zabumba zunind no colo de Deus Inácio e Romano meu verso e o teu Água dos olhos que a seca bebeu Quando chove no sertão O sol deita e a água rola O sapo vomita espuma Onde um boi pisa se atola E a fartura esconde o saco Que a dome pedia esmola Seu boiadero por aqui choveu Seu boiadero por aqui choveu Choveu que amarrotou Foi tanta água que meu boi nadou!

1 comentários:

Marcos disse...

Realmente aquele feriado foi mágico! Por tudo: a energia daquele lugar maravilhoso...ainda tenho guardada a lembrança daquele céu estrelado visto da praia com "don't worry, be happy" ao fundo... A empatia que criamos entre todos, as risadas e as histórias...Ká Penélope, foi um prazer enorme te conhecer...Espero que a nossa nova turma possa manter essa vibe e que possamos todos nos reencontrar sempre que possível!!!
Beijos,
Poin

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